— Por favor….por favor não faça isso.
— Fazer oque rosa? — Sua voz é profunda, aveludada... Eminentemente masculina e com o menor traço de sotaque.
— Isso. — Peço desesperada. Eu já guardava traumas o suficiente dos abusos de Gregor, ele nunca havia me compartilhado…até hoje.
— Isso? — a mão dele percorreu a curva do meu bumbum, e um suspiro escapou da minha garganta antes que eu pudesse contê-lo. Era suave, inesperado, quase hipnótico.
— Porra, Rosa, olha como você está… ansiosa por mim.