— Por favor….por favor não faça isso.
— Fazer oque rosa? — Sua voz é profunda, aveludada... Eminentemente masculina e com o menor traço de sotaque.
— Isso. — Peço desesperada. Eu já guardava traumas o suficiente dos abusos de Gregor, ele nunca havia me compartilhado…até hoje.
— Isso? — a mão dele percorreu a curva do meu bumbum, e um suspiro escapou da minha garganta antes que eu pudesse contê-lo. Era suave, inesperado, quase hipnótico.
— Porra, Rosa, olha como você está… ansiosa por mim.
Meu Deus. O que havia de errado comigo? Ele estava me batendo, provavelmente pretendia me estuprar, e eu estava reagindo ao toque dele.
Eu sou tão doente quanto ele raciocino em meio às lágrimas que se formam em meus olhos.
Um rosnado rouco escapa dele, algo possessivo e cru. — ele usa uma mão me firmando pela cintura, enquanto a outra ele usa pra me dar uns tapas.
— Por favor não me bata mais. Está doendo. — Choro mais, porque agora ele está alisando o meu bumbum, justamente onde doi. A su