Ela se afastou um pouco, segurando meu rosto entre as mãos. Os olhos dela percorreram cada traço meu como se tentassem memorizar.
— Você… está diferente.
Sorri fraco, limpando as lágrimas.
— E você continua linda.
Ela riu, um som rouco, emocionado.
— Linda? Isabel, eu estou uma bagunça. — Ela fungou, rindo entre lágrimas. — Mas você… você continua linda.
Havia tanto a ser dito. Tantas perguntas, tantas feridas, tantas lembranças mal enterradas. Mas nenhuma palavra parecia suficiente para