— Rosa… — ele murmurou, a voz rouca, grave, como um eco vindo do fundo da alma.
Meu coração se partiu e se refez em um único segundo. Entrei no carro sem pensar, guiada apenas pelo instinto, pela urgência de estar perto dele. Assim que a porta se fechou, o mundo desapareceu.
O silêncio entre nós pulsava, espesso, elétrico.
Luka ergueu uma das mãos feridas, hesitante, e tocou meu rosto com cuidado, como se tivesse medo de me machucar. O toque dele era quente, familiar.
Eu queria rir, chorar