Sozinha, cercada por médicos, enfermeiros e protocolos de segurança, havia algo que meu coração ainda não conseguia aceitar: a ausência de Luka. Eu precisava vê-lo. Precisava sentir que ele existia, que estava ali, mesmo que apenas por um instante. A incerteza do que ele pensava ou sentia corroía mais do que qualquer lembrança do monastério. Ele foi a única coisa boa em anos, a única mão estendida no meio da escuridão.
Estava ansiosa para ver a Laura, minha irmã, mas sabia que isso ainda não