— Por favor, senhor…está me machucando — murmurei, a voz trêmula, tentando controlar as lágrimas.
— Ah, doce Isabel… — Ele inclinou-se levemente, um sorriso cruel curvando seus lábios. — Quando você vai entender que eu decido quando basta? Quando deve parar de doer?
Ele usou os polegares e limpou o filete de sangue que escorria, desenhando a inicial do seu nome com sangue na minha pele pálida.
— Pensei que tivesse aprendido que deve haver dor, e que vocês mulheres, não podem renunciar um