— Por favor, senhor…está me machucando — murmurei, a voz trêmula, tentando controlar as lágrimas.
— Ah, doce Isabel… — Ele inclinou-se levemente, um sorriso cruel curvando seus lábios. — Quando você vai entender que eu decido quando basta? Quando deve parar de doer?
Ele usou os polegares e limpou o filete de sangue que escorria, desenhando a inicial do seu nome com sangue na minha pele pálida.
— Pensei que tivesse aprendido que deve haver dor, e que vocês mulheres, não podem renunciar um homem de Deus.
Antes que pudesse reagir, ele me empurrou do colo, curvando-me com força sobre a mesa. Meu corpo tremeu ao contato frio da madeira, e respirei fundo, tentando não deixar que o choro escapasse. As lágrimas surgiram mesmo assim, deslizando silenciosas pelo meu rosto, enquanto meu peito subia e descia em pequenos soluços contidos.
Ele travou minhas costas com o braço, separou as minhas pernas e com a outra mão começou a puxar minha calcinha. Ouvi o barulho do seu zíper atrás de m