Quando saímos do monastério, o ar fresco da noite me atingiu como uma bofetada. Cada respiração parecia uma dádiva. O céu estava escuro e estrelado, e havia algo libertador em sentir o vento no rosto, ouvir os sons reais da noite, e não as paredes frias daquele lugar. Pela primeira vez em nove anos, eu estava fora daquele lugar. Meu corpo inteiro estremeceu, misto de alívio e incredulidade.
Enquanto tentava absorver o ar frio do lado de fora, ainda trêmula e com o coração disparado, esbarrei e