Olívia dormiu no sofá-cama da sala, mesmo depois de eu insistir para que ela ficasse com a cama e me deixasse dormir lá. Claro que ela recusou, com aquele olhar teimoso e maternal que sempre usa quando está decidida a cuidar de mim, mesmo que em silêncio. Trouxe sua própria coberta do carro, um travesseiro a mais, e reclamou do gosto do chá que preparei antes de dormir — tudo no tom mais familiar do mundo. E, por mais estranho que pareça, foi a noite mais tranquila que tive desde que tudo des