Já se passaram alguns dias desde que deixei a BrTech. Os primeiros amanheceres foram silenciosos, quase desconfortáveis. Acordei cedo, como de costume, mas sem a urgência dos compromissos, sem a expectativa dos e-mails e da rotina meticulosamente alinhada. Nenhuma mensagem de Sebastian, nenhum sinal de vida. O vazio daquela ausência pesava mais do que eu estava disposta a admitir. A saudade se manifestava de maneiras sutis — no café que preparava no mesmo horário de antes, na forma como ainda