Isadora
O primeiro feixe de luz atravessa a cortina da sala, e meus olhos ardem ao abrir. Não sei nem quando o sono me venceu, encolhida no sofá, com o celular de Sebastian apertado entre minhas mãos. O corpo dói, a mente está exausta, mas o coração está em frangalhos.
De repente, vozes abafadas chegam do lado de fora. Homens falando baixo, passos apressados. Meu corpo inteiro desperta em alerta. Eu me levanto, quase tropeçando no tapete, e corro até a porta.
Quando abro, meu mundo para.