Isadora
O corredor parece se alongar diante de mim, como se a cada passo a tensão se multiplicasse. A sombra se aproxima, e quando finalmente se revela, sinto minhas pernas quase cederem. É apenas um funcionário da empresa, assustado com a movimentação noturna.
— Eu… eu achei estranha essa movimentação toda aqui tão tarde — ele explica, nervoso, segurando algo nas mãos. — Não vi ninguém, mas encontrei isso em outro andar.
Quando ele me estende o objeto, o coração dispara. Reconheço ime