Mundo de ficçãoIniciar sessãoDespués de diez años Luke Ferrari se encuentra de nuevo con Valentina Almeida, la chica que se vio obligado a dejar sin explicaciones cuando se regresó a su país. Verla de nuevo no solo avivó los recuerdos y sentimientos de Luke, sino que también realizó un gran descubrimiento, tenía un hijo del cuál nunca supo nada y no estaba dispuesto a renunciar a él, aunque tuviera que casarse para tenerlo a su lado. Valentina, por su parte, no esperaba volver a verlo y menos cuando la dejó sin darle ninguna explicación y mintiéndole sobre su verdadera identidad, pero no estaba dispuesta a dejar que alejara a su hijo de ella, no importaba si para conservarlo tenía que terminar casándose con ese mentiroso.
Ler maisAMANDA ABRAMOVICH respira fundo e se alegra consigo mesma, pois está à frente de toda a plateia e sorri satisfeita por ter finalmente conseguido alcançar a glória tão cedo, olha para a galeria à sua esquerda e vê seu pai que acena confiantemente com a cabeça e com o olhar fixo para ela demonstrando confiança que ela precisava naquele momento.
Ela sabia o quanto era importante a presença dele ali, seu trabalho impediu que participasse de muita coisa, mas ele se programou para que pelo menos no primeiro dia estivesse e participasse da noite mais especial e inesquecível de sua vida, tudo estava planejado desde o começo para aquela apresentação que seria a primeira de toda a sua vida.
Amanda admirou por um instante a beleza do teatro, muitas pessoas talentosas haviam passado por ali e ela seria mais uma que tinha gravado seu nome na história da música clássica russa, mas aquilo de certa forma a deixou triste porque não queria ser mais uma, ela sempre se sentiu única e era assim que iria encarar a sua carreira na música clássica, não seria uma nova Paganini ou um novo André Rieu, seria a mais espetacular violinista russa que aquele mundo já viu e sua longa jornada começava naquela noite.
O TEATRO DE DRAMA da Academia Estatal Russa Pushkin foi construído para a trupe imperial de Petersburgo (a trupe imperial foi fundada em 1756), foi aberto em 12 de setembro de 1832.
Desde 1832, o teatro tem ocupado um edifício de estilo Império que foi projetado por Karl Rossi. Foi construído entre 1828 e 1832 na Praça Alexandrinsky, agora Praça Ostrovsky, que está situado na Nevsky Prospekt, entre a Biblioteca Nacional da Rússia e o Palácio Anitchkov.
O teatro e a praça foram nomeados em homenagem à Imperatriz consorte Alexandra Feodorovna. O edifício faz parte do Patrimônio Mundial da UNESCO Centro Histórico de São Petersburgo e Conjuntos Monumentais Relacionados.
Era um dos muitos teatros da trupe imperial. Dramas, óperas, e balés estavam no palco. Somente nos anos 1880, o teatro se tornou de temática dramática e trágica.
As estreias de numerosas peças russas foram realizadas no palco do Alexandrinsky, incluindo peças de Alexandr Griboiedov, Alexander Ostrovsky e Anton Tchekhov. Os diretores famosos que encenaram o trabalho no teatro incluem Vsevolod Meyerhold, Grigori Kozintsev, Georgy Tovstonogov, e Nikolay Akimov.
ALGUÉM CHEGA POR TRÁS de Ivan Abramovich, pai de Amanda, e diz algo em seu ouvido, e rejeita gentilmente qualquer intervenção naquele momento, para ele, a estreia de sua única filha em um dos teatros mais respeitas do mundo era mais importante do que qualquer coisa que existisse no mundo.
Hoje o trabalho pode esperar...
O emissário diz que irá retransmitir a mensagem e sai sem fazer nenhum barulho.
Ivan havia dedicado a sua vida ao Exército Vermelho, o KGB e agora como chefe da SVR, mesmo a sua mentora, África de las Heras, já havia-o orientado que de vez em quando precisava se desligar do serviço, pois uma mente tranquila enxergava coisas que durante um furacão eram essenciais enxergar.
Naquele momento a coisa mais importante no mundo era a apresentação de sua filha, ele havia dedicado a sua vida ao país e estava prestes a se aposentar e começar sua carreira na política, mesmo ele sendo um legítimo representando da velha guarda soviética, ainda era visto com bons olhos pela sociedade.
AMANDA AJUSTA SUAVEMENTE o violino entre seu ombro e seu queixo, desanuvia sua mente de qualquer distração que tire a sua concentração e o silêncio absoluto da plateia que estava ali para vê-la ajudava, ela estava completamente compenetrada em sua música, eram um só naquele momento.
Seu pai sempre a ensinara que seu potencial máximo em qualquer coisa na vida era a concentração, se estivesse focada, com a respiração certa enxergaria coisas que nenhuma outra pessoa enxergaria na mesma situação.
Amanda faz o sinal para o maestro que bateu a batuta, os músicos se posicionaram e ele dá o sinal contando até três e começa a regência no mesmo instante que ela começa a tocar.
O tempo estava perfeito e o clima foi favorável para tudo o que aconteceria naquele instante.
NO GABINETE DE IVAN começa uma pequena e quase imperceptível luta entre os seguranças e um indivíduo mata os dois com uma pistola com um silenciador e logo em seguida mata Ivan que, por mais que fosse o agente de campo do KGB mais experiente que tinham, ninguém poderia sonhar que algo daquele tipo pudesse acontecer, algo bem parecido com o que aconteceu com o décimo sexto presidente americano Abraham Lincoln.
O ASSASSINO OLHA para seu assistente que confirma a morte dos seguranças do gabinete.
— Alguém notou alguma coisa?
— Está limpo, todos estão prestando atenção na apresentação na garota.
O assistente sorri satisfeito.
— Então vamos embora antes que alguém perceba.
AMANDA TERMINA a música ainda extasiada de emoção, era a sua primeira vez e ardentemente queria fazer aquilo pelo resto de sua vida, seu coração pulava de alegria e emoção em seu peito, tudo estava perfeito, principalmente sabendo que seu pai estava vendo.
Ela olha para o gabinete onde seu pai estava sentado e não o vê e não queria imaginar nada antecipadamente, ele havia prometido que não teria nada relacionado ao seu trabalho, ela o perdoou durante toda a vida e continuaria perdoando pelo resto que vivessem, mas aquele dia era exclusivamente dela e ele não poderia estragar aquele momento só porque o país estava em perigo.
Ela agradece à plateia da forma tradicional conforme o protocolo exigia, abaixando levemente o tronco e ficou longos cinco segundos sentindo e experimentando a energia que os aplausos fervorosos transmitiam a ela.
Se há sensação melhor do que esta eu desconheço...
Quando ela percebe que há algo de errado no lugar em que seu pai está, sai correndo em sua direção, ajoelhou-se ao seu lado e chora como nunca chorou em toda a sua vida, ela já havia perdido a mãe, seus dois irmãos e agora o pai...
E não tinha mais ninguém na vida em quem pudesse confiar.
O ASSASSINO AJEITA a gravata borboleta, olha para trás e vê a movimentação em torno de Ivan e sorri satisfeito por ter finalmente acabado com seu grande inimigo e sai tranquilamente do teatro como se a vida estivesse começando a partir daquele momento.
Siete meses despuésHabían pasado siete meses desde que Roxy le informó a Paolo que iba a ser padre, y cinco desde que le dijeron que serían padres de gemelos. Durante todo este tiempo, la pareja había estado planeando y preparándose para la llegada de los bebés. Habían elegido nombres para ambos sexos y habían comprado todo lo necesario para el cuidado de los recién nacidos.Roxy tuvo un embarazo feliz, ni siquiera sintió síntomas, en su lugar los tuvo Paolo quien no dejaba de vomitar constantemente, mientras a ella solo le daba por comer, como eran gemelos, tuvo que ser internada en el hospital para dar a luz unas semanas antes del tiempo, aunque el médico le dijo que eso era normal en los casos de embarazos múltiples.La pareja, aunque estaban ansiosos, se aferraron a la esperanza de que esta vez todo saliera bien, a Roxy la internaron un día antes porque al día siguiente en la mañana le practicarían la cesárea.El día del parto llegó y Roxy fue llevada a la sala de operaciones. Pao
Tres años después—Roxy Ferrari —escuchó la chica su nombre y sus manos comenzaron a sudar, giró hacia atrás y allí vio a su esposo parándose para ovacionarla feliz, ella no pudo evitar emitir una sonrisa de alegría.Caminó con seguridad hacia la tarima del auditorio de la universidad, donde le entregarían el título. El sonido de los aplausos que salían de la multitud la llenaban de orgullo. La familia Ferrari, su familia por afinidad estaban allí un grupo, porque quienes no pudieron entrar estaban a fuera observando el acto de grado en un par de pantallas gigantes, y es que ellos eran así, todo lo hacían a lo grande y en ese momento estaban allí para testificar ese logro, definitivamente esta familia nunca dejaba de sorprenderla.Estaban apoyándola, alegres, celebrando con ella para verla recibir con honores su título como técnico en arte, mención pintura, con el mejor promedio de la universidad.Roxy miró una vez más a su alrededor, observando a la multitud, sin poder contener las
Paolo la desnudó lentamente, dejando que la ropa cayera al suelo, y él siguió su ejemplo. Con sumo cuidado, la metió en la bañera y abrió el grifo de la tina. Empezó a humedecer los contornos de su cuerpo con el agua caliente, usando para ello las yemas de los dedos, sin dejar de mirarla con devoción.—Eres hermosa mi Roxy, no dejo de observarte, de amarte, de venerarte, eres como una deidad, a quien adoro de manera ferviente —pronunció con voz ronca, mientras Roxy, a pesar de estar en la bañera, sentía una llamarada que recorría su interior.El aroma a rosas del agua humedecida llenaba el aire y la visión de su cuerpo le cautivaba. La tocó con ternura, recorriendo los momentos en que el agua tocaba su piel.Sus dedos dibujaron círculos alrededor de su ombligo y siguieron los contornos de su cuerpo con suaves caricias.Su respiración se hizo más lenta y relajada, y su piel empezó a brillar. Observó cómo subía y bajaba el pecho con la respiración, embelesado por la belleza de su cuerpo.
Roxy y Paolo estaban agotados después de haber pasado las últimas horas buscando desesperadamente a su hijo desaparecido. Habían estado estresados, nerviosos, angustiados, el miedo de no encontrarlo los había afectado mucho emocionalmente, pero ahora ya tenían a su bebé en brazos.Solo esperaban llegar a descansar a la casa, pero sus planes se fueron al traste, cuando llegaron a la casa y estaban un montón de autos.—¿Hay una fiesta aquí? —interrogó Roxy sorprendida.—¡Wow! Creo que los Ferrari han venido a darnos su apoyo emocional —dijo Paolo, sorprendido.—Y cómo ya encontramos a Renzo, esto se convertirá en una gran fiesta —declaró la chica conteniendo una sonrisa de burla al ver que los planes de su esposo se iban al traste.—Sí, seguramente hasta el amanecer.—Hasta que el cuerpo aguante —señaló Roxy.Se bajaron del auto, y mientras caminaban hacia el interior de la casa fueron recibidos por una multitud de familiares que habían venido a mostrar su apoyo. La familia Ferrari al c





Último capítulo