Nathan me puxou com calma, sem pressa, como se tivesse medo de que qualquer movimento mais brusco me fizesse desaparecer. O corpo dele estava quente, e o cheiro de uísque misturado ao perfume familiar me envolveu antes mesmo que eu pudesse resistir.
— Eu bebi um pouco — ele murmurou, encostando o rosto no meu cabelo. A voz soava baixa, cansada, quase um sussurro. — E se a gente for um pouco mais longe, quero que seja quando eu estiver sóbrio.
A sinceridade dele me desarmou de um jeito silen