O café da manhã se estendeu mais do que eu imaginava. Entre risadas baixas, provocações sutis e alguns silêncios que diziam mais do que qualquer palavra, percebi que, pela primeira vez em muito tempo, estávamos simplesmente… convivendo.
Ela falava sobre a Crown com aquela firmeza que me desarmava, sobre a nova fase da empresa, sobre Genebra, e sobre como aprendera a respirar em meio ao caos. Eu escutava, observando cada gesto, cada pausa. A verdade é que eu podia ouvi-la falar o dia inteiro e a