Eliza se movia devagar, como se cada gesto fosse uma escolha consciente. Ela caminhou até a cozinha, pegou duas taças de vinho e voltou para perto de mim, entregando uma.
— Não sei se deveríamos estar fazendo isso. — ela disse, os olhos fixos no vinho, mas a voz carregada de desejo.
— Já passamos tempo demais tentando nos convencer do contrário. — respondi, tirando a taça da mão dela e colocando ambas na mesa de centro
Ela suspirou, como se minhas palavras fossem a rendição que precisava. A