Desliguei o telefone tentando me agarrar a alguma esperança de que Eliza ainda lutaria por nós dois. Que, apesar do silêncio, ela continuaria firme na decisão de pôr fim à guerra que nossas famílias arrastavam há gerações. Mas o vazio da sua resposta quando perguntei se confiava em mim… doía como uma lâmina invisível.
Andei de um lado para o outro no meu apartamento, sentindo o peso de uma inquietação que não me deixava parar. Eu não podia simplesmente esperar. Não podia me acomodar na esperanç