Na manhã seguinte, acordei com um corpo macio encaixado ao meu, como se tivesse nascido para caber ali. O calor dela me envolvia, o perfume adocicado misturado ao cheiro limpo de seus cabelos invadiu meus sentidos, puxando-me para um estado de torpor quase perigoso. Mas então, o incômodo no braço o corte latejou, lembrando-me da noite anterior.
Eliza vestia uma camisa minha, larga o suficiente para deixar à mostra parte de sua coxa, o tecido amassado pelo nosso sono inquieto. Sua pele quente c