Quando amor acalma, mas a vingança incendeia
LEONARDO CASSANI
O quarto ainda cheirava a sexo. Pele, suor, o gosto dela grudado na minha boca. Estávamos deitados, ela colada nas minhas costas, o braço dela enlaçando meu peito como se fosse corrente. Eu sentia a respiração quente contra minha pele, irregular, ainda marcada pelo gozo que tínhamos acabado de arrancar um do outro.
Eu devia simplesmente fechar os olhos, dormir mais um pouco e aproveitar. Mas eu sou porra. Não sei ficar quieto. Não d