Mundo de ficçãoIniciar sessãoUm homem aparentemente perfeito, mas ele não pode se apaixonar. Uma jovem doce e determinada que sofrerá as consequências do amor. Eva Sanchez é uma jovem determinada, inteligente e trabalhadora, que consegue um emprego em uma grande empresa de tecnologia, como assistente do diretor financeiro José Miguel Rossi. Ele contrata a jovem, sem ter idéia de que foi a mesma com quem teve um encontro de uma noite e logo os dois se sentem atraídos e incapazes de resistir, mesmo que ele tente se manter longe dela, ele não consegue. Eles passam algumas noites juntos, mas José Miguel não pode continuar com a doce Eva e se afasta, mas sem explicar porque. Eva não entende porque ele não pode ficar com ela e resolve se demitir. Mas ela está grávida dele e decide ter o filho sozinha e nunca contar ao pai da criança. Mas eles vão se reencontrar e manter os segredos se tornará muito difícil, mas ficar juntos parecerá impossível.
Ler mais"Giovana"Assim que entramos no carro e as portas se fecharam, o Anderson apoiou a cabeça no encosto do banco, o silêncio que se instalou dentro do veículo não era mais de angústia ou ansiedade, mas o do alívio de uma promessa silenciosa de dias melhores. - Parece que você foi dispensado do papel de pai substituto. Você não tem que cuidar de ninguém mais, só de si mesmo. Como você se sente com isso? - Eu perguntei, ansiosa para saber o que se passava na cabeça dele.- Você está enganada, Ferina. - Ele me encarou, a resposta dele me fez temer que ele nunca fosse conseguir soltar a corda de uma responsabilidade que já não existia mais. - Eu tenho que cuidar de mim mesmo, mas eu também tenho que cuidar de você. E você cuida de mim. Isso é pra vida toda, Ferinha. Você disse que seria assim. Mas isso, me enche de alegria e me completa. - Ele me puxou para um abraço. - Eu te amo, Gi. Obrigada por tudo o que você fez. Uma alegria aqueceu o meu coração e me encheu de uma energia vibrante.-
"Giovana"Mas o que me chamou mesmo a atenção foi a reação da D. Fátima. Ela não sabia daquilo. Ela fechou os olhos e enxugou as lágrimas enquanto o Sr. Ary ainda falava.- Pois é, Anderson. Seu irmão usou essa mentira para convencer a sua mãe a vender a casa de vocês e dar metade do dinheiro para ele, usando a desculpa de compraria um lugar para morar. - O Sr. Ary contou.- Ele usou o dinheiro para jogar. - O Anderson constatou decepcionado, enquanto eu observava a D. Fátima balançando a cabeça em silêncio.- Exato. Ele perdeu tudo no jogo. E continuou tirando cada centavo que podia da sua mãe e de você. Não tem emprego em outra cidade, não tem apartamento. Eu não sei como ele ainda não vendeu o carro. - O Sr. Ary contou.- Porque ele tem horror a pegar um ônibus. - A Bianca respondeu irritada.- Pelo menos à faculdade existia, Felipe? - O Anderson perguntou, a decepção na voz dele era de cortar o coração. O Felipe abaixou a cabeça, as lágrimas começando a cair dos seus olhos.- Sim,
"Giovana"O Anderson deu dois passos para trás, abrindo a porta da sala de triagem e indicando o corredor com a cabeça. O Felipe se levantou devagar, os ombros caídos. Eu caminhei logo atrás do Anderson, mantendo a minha mão firmemente enlaçada na dele. Cruzamos o corredor em um silêncio denso até chegarmos ao balcão principal da recepção, onde o Flávio e o Bonfim nos aguardavam.- Ah, que pena, o rapaz já vai embora, Moreno? - O Bonfim fingiu decepção quando saímos da sala de triagem. - Logo agora que o pessoal da cela três estava organizando o rodízio da faxina, mandei colocar o seu nome no topo da lista.O Felipe arregalou os olhos, mas não se atreveu a responder. Ele parecia ter um pouco de medo do Bonfim, o que me deixou curiosa.O Bonfim pegou um saco plástico que estava sobre o balcão e o jogou na frente do Felipe com um barulho seco. Lá dentro estavam o cinto, os cadarços dos tênis dele e a carteira.- Deixa eu te dar um conselho de amigo, garoto. O Flávio vai te liberar na ca
"Giovana"O Felipe continuava encolhido na cadeira de plástico, olhando para nós como um bicho acuado. Eu me mantive um passo atrás do Anderson, cruzando os braços. Eu estava ali como o seu porto seguro, mas quem tinha direito de falar ali era o Anderson. Era o momento de o Anderson assumir as rédeas da situação.O Felipe limpou o nariz com a manga da camiseta amassada e levantou os olhos, buscando a habitual expressão de proteção no irmão mais velho. Mas ele encontrou a expressão do homem que estava decepcionado e exigiria dele respostas.- Anderson... cara, me tira daqui. - O Felipe começou, a voz trêmula, carregada de uma falsa ingenuidade. - Aquele policial maluco me interrogou a noite inteira. Ele disse que eu ia ser transferido para o presídio central ainda hoje por associação criminosa. Eu não fiz nada, cara! Eu só estava jogando. Eu não sabia que o lugar era ilegal, eu juro por Deus! Fala com o Flávio, ele é seu amigo, ele te escuta... você não pode deixar me prenderem, eu sou










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