Eyla sentia o peito apertado, o corpo tenso. Ela olhou para Adrian, que ainda parecia um furacão prestes a destruir tudo à sua frente. Mas então, ele se virou para ela, e naquele olhar intenso havia algo além da fúria.
Havia necessidade, havia uma promessa silenciosa.
Ele caminhou até ela, seus dedos roçando os dela, e então falou, apenas para ela ouvir:
— Isso nunca mais vai acontecer. Ninguém jamais tocará em você.
Mas a guerra dentro da alcateia ainda não havia acabado.
O silêncio que se seg