A clareira ritualística havia sido preparada. O chão estava coberto de símbolos antigos entalhados em sal e carvão. O ar vibrava com energia contida, uma antecipação que fazia a pele formigar. Valesa murmurava cânticos em uma língua esquecida, e Eyla, no centro do círculo, mantinha os olhos fechados, mãos sobre o peito.
Dentro dela, a loba se remexia, tensa. O fio com Lucian se entrelaçava com suas emoções, tentando distraí-la, puxá-la de volta.
— Concentre-se. — disse Valesa, colocando as mã