O sol mal havia tocado as montanhas quando Eyla abriu os olhos. Seus músculos estavam tensos, a pele fria, mas o coração… o coração pulsava forte. Valesa, sentada ao seu lado com uma infusão de ervas nas mãos, sorriu ao vê-la desperta.
— Você voltou inteira — disse a xamã, aliviada. — Eu temi que sua alma tivesse ficado presa no véu para sempre.
Eyla tocou o próprio peito, onde ainda sentia o resquício da dor que a consumiu no Véu.
— Eu senti Adrian. Foi ele que me puxou de volta.
— Ele atraves