Cap.9

Respirei fundo, e pela primeira vez desde que chegamos, senti uma leveza real. Tirei minhas roupas, deixando a areia cair no chão da suíte, e entrei no box.

A água quente que caiu sobre minha pele lavou mais do que sal e areia. Lavou um pouco do medo, da insegurança.

***

O vestido de verão leve e o perfume suave me davam uma sensação de armadura. Não uma armadura pesada, mas uma proteção sutil.

Ao meu lado, Alessandro estava em seu rosto aquela máscara neutra e imponente que ele usava com o mundo.

Só seus olhos, quando pousavam em mim ou em Gabriel, que segurava sua mão com confiança, perdiam um pouco daquele gelo.

Maria Eduarda, vestida num vestidinho florido, estava segura no outro braço dele, observando tudo com seus olhos sérios.

Descemos a escada principal, e o burburinho aumentou. A sala de estar, antes tranquila, agora estava cheia de vida. Vozes, risadas, o tilintar de copos. Meu estômago deu um pequeno nó, mas eu mantive a respiração calma.

Foi então que uma mulher loira
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