Ele me passou, pegou suas coisas e foi tomar um banho rápido também, enquanto eu terminava de organizar os últimos pertences das crianças.
Descemos as escadas com nossas malas. A casa estava mais quieta, o clima pesado. A tia Catarina nos esperava na sala de estar, seu rosto marcado por uma tristeza profunda.
Ela se levantou com dificuldade quando nos viu.
— Meus filhos… — ela começou, sua voz trêmula. — Não vão embora, por favor. É Natal. Fiquem. Eu… eu lido com a Sofia.
Eu me aproximei e peg