A casa estava enfim quieta. O eco das vozes, dos confrontos, das conversas forçadas, tinha se dissipado, deixando apenas o ronco suave do mar ao longe e a respiração profunda de Gabriel e Maria, cada um em seu canto na cama.
Eu estava em frente ao espelho do banheiro, escovando os cabelos, quando Alessandro apareceu na porta.
Ele não falou. Apenas estendeu a mão e seus olhos, no reflexo, tinham um brilho intenso, um plano escondido.
— Onde vamos a essa hora? — perguntei baixinho.
Ele sorriu, u