Coloquei-a sentada no balcão frio da pia, me colocando entre suas pernas, e voltei a beijá-la. Dessa vez, não havia doçura. Era fome pura. Desespero.
Minha boca devorou a dela, minha língua exigindo entrada. Minhas mãos encontraram a barra do seu vestido, e com uma combinação de minha força e seu movimento para ajudar, puxamos o tecido para cima sobre sua cabeça, jogando-o no chão.
Ela estava sem sutiã e seus seios eram uma visão que me tirou o fôlego.
Desci meus lábios, beijando, lambendo, m