O sol da manhã já estava forte, pintando tudo de um branco ofuscante e aquecendo a pedra da varanda sob meus pés.
Dentro de mim, uma névoa pesada da noite anterior ainda não tinha se dissipado totalmente.
A memória do toque de Alessandro, possessivo e desesperado no banheiro, era um contraste com a leveza falsa do dia.
Os homens haviam saído cedo, Alessandro, Arthur, Marco, Daniel e Edson, para “dar uma olhada no barco” e resolver coisas da marina.
Ficamos nós, as mulheres, e as crianças. O