Leonhart Moreau
Havia algo no ar daquela manhã que me fazia acreditar que estávamos finalmente livres.
O céu tinha uma cor diferente. Azul de um tom quase caribenho, ainda que estivéssemos em solo europeu, em algum lugar entre a fronteira da França com a Itália. As montanhas ao longe eram cobertas de verde vibrante e as estradas serpenteavam como se estivessem nos guiando diretamente para o futuro que estávamos decididos a construir. Eu estava no volante, Clóvis no banco do passageiro, e no ban