Leonhart Moreau
Eu sabia do que precisávamos. Não era vingança, não era sangue, não era mais guerra. Era respiro. Uma pausa entre feridas, uma chance de lembrar quem éramos quando o sobrenome Moreau ainda não pesava como uma corrente nos tornozelos. Precisávamos de uma viagem pelo mundo. Precisávamos de vento no rosto, de paisagens que não carregassem o cheiro de sangue, de noites sem pesadelos.
Eu, Clóvis, Diego e Elena.
Uma família que não nasceu do mesmo ventre, mas da escolha de permanecer