DOMINICK
Chovia forte naquela madrugada.
O céu de Milão estava coberto por nuvens espessas, e o cheiro de maresia misturado com o de óleo industrial criava uma atmosfera carregada no cais 14. As luzes da zona portuária tremeluziam como se previssem o que estava prestes a acontecer.
Dominick Santorini estava parado ao lado de um contêiner, vestindo um sobretudo preto. Ao seu lado, Henrique verificava os últimos dados no tablet. Homens armados cercavam a área.
— Os carregamentos de Lorenzo vão sa