DOMINICK
A mansão estava mergulhada em silêncio. Um silêncio desconfortável, quase profético. O tipo que precede tempestades.
Dominick Santorini estava de pé diante da grande lareira da sala de guerra, com os braços cruzados, o olhar perdido nas chamas. A notícia da emboscada no porto ainda martelava sua cabeça — não pela perda material, mas pela verdade amarga por trás dela:
Alguém o havia traído.
— Todos os seus homens diretos passaram pelo crivo de segurança? — perguntou ele sem virar o rost