A primeira manhã de Evelyn naquela casa como “moradora” — mesmo que o termo ainda parecesse grande demais — começou com um cheiro familiar: café coado e pão sendo tostado. Ela não precisou abrir os olhos para saber que Lucas estava na cozinha. Era como se o som dos passos dele, o ritmo das tarefas, já tivessem se enraizado no ar da casa.
Ainda enrolada no edredom, ela sorriu. Tinha dormido profundamente, sem sobressaltos, sem pesadelos, como há muito tempo não acontecia. E, quando finalmente sa