Asheville, Primavera.
O sol da manhã atravessava as folhas verdes com uma suavidade quase irreal, desenhando pontos de luz pelo jardim dos fundos. Evelyn estava sentada na mesa de madeira sob a pérgola florida, com uma caneca de chá entre as mãos e o caderno aberto à sua frente. Rabiscava frases soltas — algumas ideias, trechos de diálogo, observações sobre a vida que acontecia ali, lenta e bonita, diante de seus olhos.
Lucas aparecia pela porta com um copo d’água e o violão pendurado no ombro,