Saindo do estúdio, a noite já tinha caído. As ruas estavam iluminadas pelos letreiros e pela névoa suave que sempre surgia naquela parte da cidade. Kaito, percebendo o estômago de Marina roncar baixinho — e fingindo que não percebeu que o dele também — sugeriu:
— Vamos comer algo antes de irmos pra casa? Tem uma loja de ramen aqui perto. É simples, mas a comida é ótima.
Marina aceitou.
Minutos depois, estavam sentados lado a lado no balcão de um pequeno restaurante de ramen, o vapor quente subi