No dia seguinte, Kaito acordou antes mesmo do despertador. O quarto ainda estava envolto por uma luz pálida que entrava pelas frestas da cortina, e por alguns segundos ele permaneceu imóvel, encarando o teto, ouvindo apenas a própria respiração. A decisão já estava tomada antes mesmo de ser dita em voz alta.
Ir à agência naquele dia seria inútil. Ele sabia. Os repórteres estariam lá — talvez desde a madrugada — esperando por qualquer movimento, qualquer expressão fora do lugar. Cada passo dele