Quando chegou novamente diante da porta do kitnet, Kaito respirou fundo, duas vezes, tentando colocar seu rosto num semblante neutro — algo entre a serenidade e a habitual gentileza que ela já conhecia. Seu coração, porém, ainda estava acelerado. O que ouvira minutos antes continuava pulsando dentro dele, misturando culpa, preocupação e um impulso protetor tão instintivo que o desconcertava.
Ele levantou a mão e bateu três vezes.
Um som leve. Amigável. Normal.
A porta abriu poucos segundos depo