Eles subiram juntos, sem trocar muitas palavras.
O corredor era estreito, silencioso, iluminado por uma luz amarelada que dava ao lugar um ar quase doméstico. Nada ali lembrava os hotéis luxuosos que Kaito costumava frequentar em viagens ou compromissos de trabalho. Não havia tapetes macios demais, nem funcionários atentos demais, nem aquela sensação constante de estar sendo observado.
O quarto era simples. Uma cama de casal bem arrumada, uma pequena mesa, duas cadeiras, uma janela com cortinas