O domingo avançava com uma tranquilidade quase preguiçosa. A luz do início da tarde entrava pela janela do kitnet de Marina em tons suaves, desenhando sombras no chão e deixando o ar morno, confortável. Kaito estava sentado no sofá, vestido de forma simples — camiseta escura, jeans gasto, pés descalços. Sem produção, sem personagem, apenas ele. Havia algo naquela casualidade que o tornava ainda mais próximo, mais real.
Marina saiu da cozinha com duas xícaras de café e se sentou ao lado dele. O