Mundo de ficçãoIniciar sessãoEles cresceram juntos. Ela sempre foi o que ele mais amou — e o que mais temeu perder. Taylor sabia que um dia herdaria o império da máfia Fidélis. E, por isso, passou anos afastando Alicia, protegendo-a do mundo sombrio ao qual pertencia. Mas agora, obrigado a se casar para manter alianças, ele faz uma escolha inesperada: Não será qualquer mulher. Será ela. A noiva improvável. A única que ele sempre quis… Mesmo que isso custe sua alma.
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O livro “A Noiva Substituta do Magnata 2” é a continuação direta de “A Noiva Substituta do Magnata”, que conta a história original de Alicia e Taylor. Para quem quiser conhecer desde o começo, é só acessar a plataforma e procurar pelo título “A Noiva Substituta do Magnata” — lá está a primeira versão completa. 👉 Mas não se preocupe! Mesmo que você não tenha lido o primeiro livro, dá para acompanhar perfeitamente essa nova fase. Essa história traz a continuação através do filho de Téo, mostrando como os laços, os sentimentos e até as paixões foram crescendo desde a infância e se transformando em algo intenso e marcante ao longo dos anos. Prepare-se para viver uma nova etapa dessa história cheia de emoção, desejo e reviravoltas! 💫🔥 Boa! leitura ________________________________ Alicia — Desencana desse babaca, Alicia! Quantas vezes vou ter que falar que ele não presta? Desde o dia em que te conheci, sempre foi apaixonada por ele. Olha ao seu redor, tem vários garotos a fim de você. O Marcos, por exemplo, é lindo, gostoso, rico e gosta de você. Que tal dar uma chance para ele? — sua amiga falou, brava, ela não aguentava mais ver a Alicia sofrendo por um babaca como o Taylor. A Alicia lembrou de quantas vezes já viu o Taylor com alguém, mas dessa vez foi diferente. Ela o viu quase devorando uma garota na porta do banheiro, e aquele dia estava sendo o pior da sua vida. Então, olhou para a amiga e resolveu esquecê-lo. Não ia mais sofrer por um amor não correspondido. — Letícia, você está certa. Quero ir embora. Não vou mais correr atrás dele — falou, pegando a bolsa para ir embora o mais rápido possível. Letícia olhou frustrada pela decisão da amiga. A festa mal havia começado, e a Alicia já queria ir embora. Mas, como não ia deixá-la sozinha, se levantou e saiu com ela. Quando as duas estavam saindo, Otávio, que estava na porta conversando com duas garotas super gostosas, percebeu que elas estavam saindo. Não pensou duas vezes e largou as garotas para correr até elas. — Alicia, Alicia... — ele gritou, tentando chamá-la antes que saísse. Alicia escutou alguém a chamando e, na hora, seu coração disparou, imaginando que poderia ser Taylor. Mas, quando se virou, deu de cara com Otávio. — Oi, Otávio — ela falou, tentando disfarçar a sua decepção por não ser o Taylor. — Alicia, por que já estão indo embora? Aconteceu alguma coisa? — perguntou Otávio. — Não, não aconteceu nada — ela tentou pensar em uma desculpa para falar. Letícia percebeu o quanto a Alicia estava preocupada em como se desculpar e resolveu ajudar a amiga. — Poxa, Otávio, sua festa está maravilhosa, mas... é que não estou me sentindo muito bem. Então, pedi que a Alicia fosse comigo. Me desculpa, tá! Sei que vocês cresceram juntos e são muito amigos — ela falou, colocando a mão na barriga para mostrar que estava com dor. Otávio olhou para ela, preocupado com as caretas que ela fazia de dor. Mesmo querendo muito que a Alicia permanecesse na sua festa, via que seria impossível, já que sua amiga estava ruim. — Entendo — ele olhou para a Alicia. — Vai lá, depois nos falamos — falou, um pouco triste, ela sempre foi a sua paixão, mesmo sabendo que ela gostava do idiota do Taylor, ele esperava que algum dia ela pudesse esquecê-lo. A festa continuou, e o Taylor só percebeu que a Alicia havia ido embora quando Otávio se aproximou e falou que ela foi embora com sua amiga. Ele ouviu e fingiu não se importar, já que estava cansado de ouvir todos falando que ela era uma boa moça para ele, que ele tinha que cuidar dela, mas ele a via como uma irmã, alguém que cresceu com ele, mesmo ela sendo só um ano mais nova, não conseguia vê-la como mulher. — Vamos — o Taylor falou, puxando-o para um grupo de meninas que dançavam e bebiam, era o que ele queria, diversão sem compromisso. Alguns dias se passaram depois da festa do Otávio, e a faculdade ainda estava falando sobre isso. Mesmo não querendo saber sobre ele, a Alicia acabou descobrindo que ele foi embora com uma loira muito linda. Ela imaginava até o que deveriam ter ido fazer. Só em imaginar ele com outra, ela sentia um aperto no coração, se perguntava muitas vezes por que não conseguia esquecê-lo, esses últimos dias decidiu se afastar dele, sua mãe a chamava para visitar os Fidélis, mas em todas as vezes recusava alegando que precisava estudar. O Taylor percebeu que a Alicia estava diferente, sempre evitando ele, mas não deu muita bola e até achou melhor que fosse assim, ele não era um cara bom o suficiente para ela. Ele não prestava e sabia muito bem disso, por isso nunca ousou dar nenhuma esperança para ela. Quando o Taylor estava saindo da faculdade, ele deu de cara com a loira da festa parada com os braços cruzados e todos curiosos à sua volta cochichando sobre a linda moça de olhos azuis e pele delicada como uma fada. Realmente ela era muito bonita e atraente, ele poderia aproveitar e se divertir mais com ela. Ele caminhou até ela, a cumprimentando, deixando todos curiosos para saber o que ela era dele. Seus amigos ficaram com inveja, ele sempre conseguia pegar as mulheres mais belas, talvez porque ele parecesse um galão de novela. Ele era alto, com suas pernas compridas, cabelos negros, olhos escuros intimidadores, isso ele tinha que agradecer ao seu pai, até hoje seu pai era um homem muito atraente. — Amiga! Olha ali, não é o Taylor? — disse a Fernanda. Mesmo a Alicia tentando não olhar para o casal que chamava atenção, sua amiga Fernanda acabou gritando para ela e para a Leticia, mostrando os pombinhos apaixonados. Ela o viu beijando-a e depois entrando em seu carro, aquilo estava a machucando. Ele nunca teve um compromisso sério com ninguém, mas agora parecia que estava tendo com aquela garota, que por sinal, era muito bonita. — Fernanda! Você só fala besteira — a Leticia falou brava, isso poderia deixar a Alicia triste. — Não tem problema, Leticia, já desisti dele, percebi que nunca vamos ficar juntos, ele sempre deixou claro que gosta de mim como irmã — Alicia falou, se segurando para não chorar, precisava mostrar que tinha superado. Então, olhou para ele indiferente e se virou, caminhando para o seu motorista que a esperava — Tchau, meninas — falou, se despedindo e entrando no carro. — Viu o que fez? Fernanda — Leticia falou brava — Ela é uma boba, isso, sim, o Marcos é lindo, todas garotas correm atrás dele e ela fica atrás do playboy do Taylor. Achei que já tinha desencanado dele. — Você é uma sem noção, garota! — ela falou, deixando a amiga parada sozinha e foi embora, preocupada com a Alicia. As duas sempre foram como irmãs, precisava ajudá-la a superar ele. Ela estava pensando em um plano para pôr em prática, no caminho para casa, fez uma ligação e ficou feliz quando escutou que o Marcos aceitou o seu convite. Agora só faltava convencer a sua amiga, que seria uma tarefa bem difícil. A Alicia entrou em sua casa, seu pai sempre foi o braço direito do senhor Téo Fidélis, mas com o passar dos anos, ele abriu a sua própria empresa, a corporação Martins TESC, técnicos especializados em segurança cibernética, ficando conhecido em vários lugares, por isso ela tinha muito orgulho dele e da sua mãe, que sempre o apoiou em tudo. — Filha, que bom que chegou, a dona Linda já colocou o almoço, suba e troque de roupa para almoçar, seu pai falou que vai chegar tarde hoje — — Tá bom, mamãe — ela subiu as escadas correndo para seu quarto, segurando as lágrimas. Quando entrou, se trancou e sentiu seus olhos arderem, a imagem do sorriso dele para aquela garota a deixou destruída. Ela não queria mais sentir isso, seu coração parecia que tinha sido perfurado por espinhos, as lágrimas escorriam, colocando a tristeza para fora. Após um bom tempo no banheiro, a Alicia saiu com seu robe e seus cabelos enrolados na toalha, seus cabelos longos castanho claro que combinavam com sua pele clara, que agora estava vermelha, mostrando que havia chorado, seus olhos mel da cor dos olhos da sua mãe, uma combinação perfeita, ela era considerada uma das mais lindas garotas da faculdade, a Leticia também era linda, e tinha a Elisa, uma menina popular que estudava na mesma sala que o Taylor e que já havia ficado com ele e se declarado para ele, mas ele a rejeitou. A Alicia terminou de secar os cabelos e tentou fazer uma maquiagem para esconder o vermelho do seu rosto, quando está descendo sua mãe fala. — Alicia, que demora é essa? Querida — — Desculpa, mamãe, acabei demorando no banho! — Sua mãe olhou para ela, percebendo que havia chorado. Até imaginava do que se tratava: sabia que sua filha sempre foi obcecada pelo filho do senhor Fidélis. Desde pequena, via o quanto ela gostava dele, mas ele não parecia querer algo sério com alguém. Sempre soubera que era mulherengo e arrogante, e por ser filho de quem era, achava que ele não era boa pessoa para sua filha. Vinha conversando com seu marido sobre isso há um bom tempo, mas vendo-a daquele jeito, achou melhor conversar com Rodolfo e adiantar o que já estava planejado.AliciaA casa estava silenciosa. Já haviam se passado dois meses desde o nosso casamento.Taylor segurou minha mão com força, e aquele simples gesto fez meu coração disparar.— Finalmente… estamos sozinhos — disse ele, com o sorriso que sempre me desarma.Sentei-me ao lado dele no sofá da suíte, a cabeça encostada em seu peito. Ele passou os dedos pelos meus cabelos com ternura, como se quisesse memorizar cada detalhe meu, cada gesto, cada expressão.— Sabe, nunca pensei que a vida pudesse ser tão perfeita — sussurrou ele.— Perfeita porque estamos juntos — respondi, fechando os olhos e sentindo cada batida do seu coração junto ao meu.Ele sorriu e me puxou mais para perto, envolvendo-me em um abraço caloroso.— Tenho uma surpresa… para celebrar nossa nova família — disse, entregando-me o ultrassom.Olhei para a tela e meu coração quase saiu pela boca. Dois pequenos corações pulsavam ali, lado a lado, mostrando que já estavam conectados desde o início.— São nossos bebês? — falei, emo
Aliciaquando abri os olhos naquela manhã o sol já clareava o quarto.O dia tinha chegado.O dia em que me tornaria oficialmente Alicia Fidélis de verdade — diante de Deus, da família… e de todo o mundo.Pelas janelas do hotel, eu podia ver os preparativos acontecendo como em um sonho: carros chegando, fotógrafos se posicionando, repórteres ajustando microfones. O casamento Fidélis já era notícia global.Suspirei, tentando me acalmar.— Está pronta, futura senhora Fidélis? — perguntou Camila, entrando com um sorriso travesso.Atrás dela, Laura e Bianca traziam o véu cuidadosamente dobrado.— Pronta não… mas feliz, sim — respondi, sentindo as lágrimas ameaçarem cair.O vestido era digno de uma princesa moderna: seda branca, bordada à mão com cristais italianos, uma cauda longa que parecia brilhar sozinha. No busto, um delicado detalhe dourado.Quando me olhei no espelho, vi não apenas uma noiva, mas uma mulher que tinha enfrentado o impossível e vencido.TaylorDo outro lado, o salão d
AliciaJá se passaram alguns dias desde que chegamos ao Brasil, e a correria só estava começando. A lista de convidados do casamento estava sendo enviada, e minhas amigas estavam radiantes com a notícia. Ficaram ainda mais animadas quando souberam que seriam minhas madrinhas.Camila e Laura também viriam da Itália — e, claro, seriam madrinhas ao meu lado. Taylor convidou seus amigos, todos com suas esposas, para serem os padrinhos. Estava tudo saindo melhor do que eu poderia imaginar.Os enjoos, por outro lado, estavam me tirando do sério. A cada dia pareciam aumentar, mas minha barriga ainda não mostrava nenhum sinal dos gêmeos. Ou gêmeas. Ou — quem sabe — um casal, já que o médico havia explicado que estavam em “saquinhos separados”.Entre uma consulta e outra, ainda havia outro motivo para comemorar: a inauguração da nova filial da Consolin Assessoria. Ver meu sonho tomando forma no meu próprio país me enchia de orgulho.— Vamos, querida, ou vamos nos atrasar para a inauguração da
TaylorOs carros já estavam prontos para a partida. Peguei Alicia no colo com cuidado e desci do avião, ainda com ela adormecida entre meus braços. Acomodei-a ao meu lado no carro, enquanto seus pais se despediam. Eles preferiram seguir para o hotel que havia reservado, e eu não discuti — apenas respeitei a decisão deles.Seguimos então em direção à casa dos meus pais. Eu sabia que minha irmãzinha já devia estar ansiosa, esperando por nós junto com eles.Alicia começou a abrir os olhos, sonolenta, me olhando com aquele jeitinho tímido por ter dormido tanto sem perceber. Quando se deu conta, já estávamos quase chegando à mansão dos Fidélis.— Oi, minha dorminhoca — falei carinhosamente, sorrindo.— Nossa… eu dormi muito, né? — ela disse, ajeitando-se no banco. — E meus pais?— Eles preferiram ir para o hotel que reservaram— respondi, passando a mão em seu cabelo.— Ah… entendi — murmurou, olhando pela janela, encantada com a entrada que cercava a mansão dos Fidélis.— Esse lugar… foi
AliciaOs dias passaram rápido demais. Taylor me surpreendia a cada manhã com seu cuidado, carinho e companheirismo. Sempre chegava cedo, fazia questão de me acompanhar em tudo, e juntos estávamos nos preparando para a volta ao Brasil.Combinei de encontrar a Camila e a Laura — afinal, eram as mais próximas de mim. Na empresa, já haviam feito uma pequena comemoração de despedida. Muitos, inclusive o próprio chefe, ficaram tristes com a minha saída, mesmo sabendo que eu abriria uma nova filial da Consolin Assessoria no Brasil.Mas a maior surpresa veio quando descobriram que Taylor havia comprado a empresa para mim. A notícia se espalhou rápido, e todos ficaram boquiabertos ao saber que, na verdade, eu era a nova chefe — algo que o antigo diretor já sabia há algum tempo.Foi um verdadeiro alvoroço, mas também um momento de orgulho. Vincenzo me desejou sucesso e disse que esperava que eu fosse muito feliz. Mesmo ainda estando aqui, já sentia um aperto no peito… uma saudade antecipada de
TaylorOs dias foram se passando, e eu recebi diversas ligações me parabenizando pelos meus dois filhos.Não me importava se seriam meninas ou meninos, só queria que viessem com a carinha da mamãe.Seriam lindos como ela.Meus pais me ligaram, radiantes, dizendo que não viam a hora de vir à Itália.Mas falei que vamos nos casar no mês que vem, e será um casamento grande.Pretendo fazê-lo no Brasil, e Alicia e seus pais concordaram.Ela continuava trabalhando normalmente, mas eu disse que, se quisesse voltar ao Brasil, eu abriria uma filial da Consilium lá, e ela poderia administrar.A ideia a animou muito. Mesmo sentindo saudade das amigas daqui, ela ficou feliz em saber que teria uma nova oportunidade no Brasil.Outras pessoas poderiam visitá-la lá e, ao mesmo tempo, passar algum tempo na empresa, mantendo a proximidade com ela e com os negócios.— Taylor, tudo certo para sua reunião agora? — perguntou Fernando, trazendo-me de volta à realidade dos negócios.— Vamos — respondi, segui










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