Embora cada parte de Kaito gritasse para ficar, ele sabia que precisava ir. O relógio parecia cruel naquela quietude recém-conquistada, lembrando-o de que o mundo lá fora continuava existindo — com horários, compromissos e olhares atentos demais. No dia seguinte, trabalhariam juntos como sempre, e embora já fosse habitual serem vistos lado a lado, nunca chegavam juntos. Era um limite tácito, uma proteção. E ele não queria, de forma alguma, colocá-la em uma posição desconfortável.
Marina percebe