Ele olhou para ela, pois sabia que tinha que resolver seu passado. As lembranças ainda ecoavam em sua mente como sombras persistentes, e o peso das escolhas antigas apertava seu peito. Sabia que, para ele, encarar tudo isso era o certo a se fazer — não apenas por ela, mas pela criança que os observava com olhos curiosos e esperançosos.
— Temo que sim, Agatha... — disse ele, com a voz embargada, como se cada palavra exigisse coragem.
— Quero ser um pai presente... estar ao lado da minha filha a