Três dias depois, Lorena estava em sua imponente casa de arquitetura clássica, cercada por jardins silenciosos e muros altos que pareciam guardar segredos. Diante da ampla janela da sala, ela observava a chuva cair lentamente sobre a cidade, como se o céu chorasse por algo que ela mesma não conseguia nomear. As gotas escorriam pelo vidro em trilhas tortuosas, refletindo as luzes distantes e os relâmpagos ocasionais.
Em suas mãos, ela segurava uma taça de cristal finíssimo, preenchida com vinho