— Sim, Vitor, ela deveria. Mas eu posso explicar. — Admitiu sua voz firme, mas sem perder a suavidade. Seu tom carregava uma serenidade pensada, como quem escolhia cuidadosamente as palavras, quase como se cada sílaba precisasse se encaixar no cenário delicado diante dela.
— Escute, aconteceu um imprevisto... senhor, eu trouxe ela porque sua professora não está passando bem. — Explicou, mantendo a voz firme. Apesar disso, um leve traço de inquietação cruzou seu rosto, visível pelo franzir sutil