Ao entrarem finalmente na sala, Agatha sentiu uma sensação diferente percorrer sua espinha, como se algo invisível soprasse uma revelação silenciosa. O ambiente era acolhedor, mas havia uma estranha tensão pairando no ar, algo sutil, quase imperceptível, mas presente o suficiente para fazê-la manter a calma de forma intencional.
— Sente-se, por favor. — A voz de Vitor soou educada, com um timbre firme e controlado, enquanto ele despejava o café recém-passado na xícara preta de porcelana. O ar