Vitor a olhou fixamente por mais alguns segundos, seus olhos refletindo uma intensa mistura de raiva, dor e determinação. Havia algo de feroz em seu olhar, como se estivesse tentando gravar o rosto de Lorena em sua memória, não por raiva, mas por necessidade.
O silêncio entre eles parecia pulsar, as pessoas do local parecia não existir, como se cada segundo fosse uma eternidade comprimida, prestes a explodir. A tensão era quase palpável, como eletricidade no ar antes de uma tempestade — densa,