— Pai, por favor... — começou Vitor, a voz embargada por um desespero que parecia brotar das entranhas. Seus olhos estavam marejados, e cada palavra vinha carregada de uma dor silenciosa. Mas Alexander o interrompeu com firmeza.
— Vitor, você não escutou? — Ou não entendeu, filho? — Eu disse já chega. Basta. — Seu tom saiu grave, cortante como lâmina fria, controlado, mas com uma tensão latente que denunciava sua impaciência. O corredor pareceu congelar por um instante.
Vitor não ousou confront