Mundo ficciónIniciar sesiónSinopec Minha Cura Ele é a lei do morro. Ela está fugindo da "lei" do asfalto. Miguel vive nos escombros de quem já foi um dia. Após perder a esposa e o filho em um confronto sangrento, ele jurou que nunca mais deixaria ninguém entrar em sua vida. O luto é sua única companhia, e o silêncio de sua casa é o seu escudo. Até que Ágata aparece. Com o corpo marcado e o olhar de quem já viu o inferno, ela busca abrigo nas vielas da comunidade para escapar de um ex-marido abusivo e poderoso. Ele é um policial que deveria protegê-la, mas se tornou seu maior carrasco. A presença de Ágata desperta em Miguel um instinto que ele acreditava estar morto. Enquanto ele tenta manter o coração fechado, a necessidade de protegê-la acaba derrubando suas barreiras. Em um mundo de caos e perigo, eles descobrirão que um pode ser o porto seguro do outro. Mas será que o passado de Ágata os deixará viver essa cura?
Leer másCapítulo 20: O Trono de Cinzas e Sangue (Final)O cronômetro piscava em um vermelho diabólico: 00:45 segundos.— AGORA! — meu grito cortou o salão.Arthur não hesitou. Ele saltou sobre o receptor, usando sua faca tática para cortar o fio de frequência enquanto Lívia distraía os guardas na galeria com disparos precisos. O bipe agudo do detonador principal parou por um segundo, mas os blocos de C4 ao redor das colunas continuaram a contagem regressiva. O sistema era redundante.— O gatilho principal está morto, mas a explosão das colunas é inevitável! — Arthur rugiu, correndo para desamarrar o Miguel.Lucas não esperou. Ele voou em direção à galeria superior. Matteo tentou sacar uma segunda arma, mas Lucas o atingiu com um tacle que os lançou através do parapeito de madeira. Os dois caíram no andar de baixo, colidindo contra a mesa de pedra ancestral.Eu, Giulia, protegi meu ventre com uma mão e empunhei a pistola com a outra, eliminando o último segurança de Matteo que tentava intervir
Capítulo 19: O Labirinto de Pólvora (Lucas / Giulia)O ar dentro do Castello di Ferro era frio e cheirava a mofo e pólvora. Avançamos como sombras, seguindo o mapa que Arthur recuperou. Lucas ia à frente, cada movimento seu era uma promessa de morte. Eu, Giulia, lutava contra uma nova onda de náusea que ameaçava me derrubar. Minhas mãos tremiam levemente, não de medo, mas pelo esforço de manter meu corpo alerta enquanto cada célula minha parecia focada na vida que agora eu sabia que protegia.— Quase lá — Lucas sussurrou, parando diante de uma pesada porta de carvalho reforçada com tiras de ferro. — O sinal do rastreador que Arthur plantou no rádio satelital indica que o Samurai está atrás desta porta.Arthur e Lívia ficaram na retaguarda, cobrindo o corredor. Arthur assentiu para Lucas. Com um movimento coordenado, Lucas chutou a porta, e entramos com as armas em punho.O que vimos congelou o meu sangue.No centro de um salão circular, o Miguel estava amarrado a uma cadeira de ferro.
Capítulo 18: O Herdeiro do Caos (Giulia / Lívia)O balanço do barco pesqueiro que nos levava clandestinamente de Nápoles para a costa da Sicília era implacável. O cheiro de óleo diesel e maresia inundava a cabine apertada onde estávamos escondidas. Eu, Giulia, tentei me levantar para verificar os mapas, mas o mundo girou violentamente. Uma náusea súbita e avassaladora me atingiu, e eu mal tive tempo de alcançar o balde antes que meu estômago se revirasse.Senti mãos pequenas e frias afastarem meu cabelo e uma mão suave pousar nas minhas costas.— Respira, Giulia... calma — a voz de Lívia era doce, mas carregada de preocupação. Ela me entregou um pano úmido e um pouco de água. — É o balanço do mar? Você nunca passou mal em barcos antes.Limpei o rosto, sentindo meu coração martelar. Eu estava pálida, e o suor frio cobria minha testa. Olhei para Lívia. A menina que eu resgatei da Rússia parecia ter amadurecido anos em apenas poucos dias.— Não é só o mar, Lívia — sussurrei, sentindo uma
Capítulo 17: O Renascido das Cinzas (Arthur / Lucas)O calor era insuportável. As cortinas de veludo da capela, que por séculos ouviram as preces silenciosas da família, agora rugiam em chamas. Eu, Arthur, sentia o gosto de sangue e fumaça na boca. Volkov era um monstro de força bruta. Suas mãos estavam em volta do meu pescoço, pressionando minha traqueia contra o chão de mármore quente, enquanto o teto acima de nós começava a estalar.— Você morre aqui, cachorrinho dos Vincenzo — Volkov rosnou, o rosto desfigurado pelo esforço.Meus pulmões imploravam por ar, mas minha mente só via uma imagem: o rosto de Lívia no ginásio, a forma como ela confiou em mim para protegê-la. Uma fúria cega, algo que eu nunca sentiu antes, explodiu nas minhas veias. Não era apenas instinto de sobrevivência; era o ódio de quem se recusava a deixar Matteo vencer.Encontrei o cabo da minha faca tática presa na bota. Com um movimento curto e desesperado, desferi um golpe lateral. A lâmina rasgou a lateral do p





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