CAPÍTULO 104 — PRESSÕES INVISÍVEIS
A manhã seguinte chegou com um silêncio estranho, como se o mundo inteiro estivesse prendendo a respiração.
Helena acordou antes de Arthur — o que era raro — e ficou apenas observando o homem dormir ao seu lado. Havia algo no rosto dele… uma tensão que não desaparecia nem enquanto ele sonhava. A mandíbula cerrada. A respiração pesada. O braço ainda envolvido ao redor dela, como se mesmo dormindo precisasse garantir que ela não fosse levada.
Ela passou os d