CAPÍTULO 105 — O PRIMEIRO SINAL
A manhã estava calma demais.
Arthur sentiu isso antes mesmo de abrir os olhos. Era como se o mundo estivesse prendendo a respiração — e isso sempre significava que algo estava prestes a acontecer.
Helena dormia ao lado dele, a respiração suave, a mão repousada sobre a barriga em um gesto instintivo que o desarmava completamente. Ver aquilo… ver as duas pessoas mais importantes da sua vida dormindo juntas — ela e o bebê — despertava nele um tipo de força que e