CAPÍTULO 112 — O SINAL QUE PODE SALVAR UMA VIDA
Arthur estava parado no centro da sala de comando improvisada dentro do hospital — o saguão transformado em quartel-general em poucos minutos. Homens armados, computadores ligados, mapas e telas mostrando a movimentação da cidade.
Mas ele não via nada.
Não escutava nada.
Só sentia o vazio no lugar onde Helena deveria estar.
E a fúria que queimava como fogo líquido dentro dele.
Seu pai analisava relatórios ao lado, dando ordens rápidas e pre