CAPÍTULO 110 — QUANDO A ARMADILHA SE FECHA
O hospital parecia tranquilo demais naquela madrugada. Luzes frias iluminavam o corredor onde dois seguranças permaneciam fixos diante da porta do quarto de Helena. Eles estavam alerta, mas o silêncio dava a falsa impressão de segurança.
Dentro do quarto, Helena tentava respirar fundo enquanto acariciava a barriga. Ainda frágil, ainda assustada, mas lutando para manter a calma.
Arthur estava ao seu lado, segurando sua mão com força — mas não de for